

A campanha Agosto Lilás mobiliza o Brasil em 2026 para celebrar os 20 anos da Lei Maria da Penha, reforçando a conscientização da sociedade sobre a necessidade de prevenir e combater a violência doméstica e familiar contra a mulher.
O marco jurídico estabelecido pela Lei 11.340 de 2006 prevê medidas protetivas de urgência para resguardar a integridade das vítimas, garantindo determinações judiciais como o afastamento imediato do agressor do lar, a proibição de contato e a transferência da mulher e de seus dependentes para abrigos especializados em situações de risco elevado.
O enfrentamento eficaz da violência exige a identificação de agressões que vão além do plano físico, englobando abusos sexuais, psicológicos, morais, patrimoniais e a violência vicária, prática na qual o agressor utiliza filhos, familiares ou animais de estimação para causar sofrimento à vítima.
A quebra do silêncio depende da compreensão de como as agressões se perpetuam por meio do ciclo da violência, que ocorre em três fases constantes: o aumento da tensão com ofensas e humilhações, a explosão com agressões verbais e físicas, e a fase de arrependimento momentâneo, na qual o agressor faz promessas de mudança até que os abusos recomecem.
A mudança nas estatísticas e a interrupção desse ciclo requerem o envolvimento ativo de todos os setores sociais, incluindo a conscientização do público masculino para ressignificar comportamentos e atuar diretamente na transformação da realidade de vulnerabilidade que atinge famílias em todo o país.
#pdnnotícias #AgostoLilás #LeiMariaDaPenha #ViolênciaContraAMulher #ProteçãoÀMulher #DireitosDaMulher #CombateÀViolência #SegurançaPública #Conscientização





